*Por Lucas Montedonio

A luminosidade ímpar da Califórnia deve estar mesmo na moda. Depois de Michael Kors, agora é a vez da Jimmy Choo lançar o seu verão inspirada pela porção mais solar do território norte-americano. E, como sempre, a expectativa das clientes é grande: desde quando se tornou queridinhas das fashionistas, no final dos anos 1990 – quando sua exposição foi amplificada pelo sucesso televisivo de Sex and the City” – a marca causa euforia a cada lançamento. Em sua mais nova campanha, o burburinho não é diferente. Bom, a coleção continua incrível, mas o que mudou foi a direção criativa, agora a cargo de Sandra Choi, que debuta através da agencia baseada em Nova York, Laid + Partners .

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De salto alto: a top nórdica Nadja Bender é o rostinho pele de pêssego da nova coleção da Jimmy Choo, agora com direção criativa a cargo de Sandra Choi (Foto: Divulgação)

Com a assinatura de modernidade, confiança e glamour, essa colaboração criativa pretende construir nova identidade visual para a Jimmy Choo, refletindo o espírito da coleção. Fotografada em Los Angeles por Cass Bird, o rosto da campanha é de Nadja Bender, a bela modelo dinamarquesa de 25 anos. Nas fotos, o styling de Melanie Ward ganhou o reforço dos talentos de Bob Recine nos cabelos e de Frank B no make. O resultado, bem glam, não poderia ser mais Tom Ford dos anos 1990. Afinal, seu olhar de moda foi mesmo a cara dessa década e até hoje influencia estilistas e stylists. Confira abaixo:

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Pop star: no verão 2016 da Jimmy Choo, prevalecem os looks com aquele jeitinho de estrela, exatamente como Tom Ford fazia na Gucci dos anos 1990. Tudo a ver, afinal, a releitura dessa década está na ordem do dia (Foto: Cass Bird / Divulgação)

Assista abaixo o fashion film da nova campanha da Jimmy Choo (Divulgação):

Resta esperar o lançamento da campanha masculina, estrelada pelo bonitão David Alexander Finn.

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Gato barbudo: o bonitão tatuado David Alexander Finn é o modelo da campanha masculina da Jimmy Choo para o verão 2016 (Foto: Reprodução)

* Nascido na cidade imperial de Petrópolis, o pianista amador ganhou o mundo ainda adolescente quando fez intercâmbio nos Estados Unidos. Nessa época sua terceira visão despertou e o moço se entregou ao budismo tibetano. Pura estratégia para dominar a vaidade interior. Estudou comissaria de bordo, mas preferiu o jornalismo e, hoje, entre retiros espirituais com rinpoches, encontros com lamas e entrevistas espevitadas, o sagitariano usa sua vocação para o tietismo como contraponto à eterna busca do santo nirvana.

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