*Por Lucas Montedonio

A TRESemmé acaba de divulgar as fotos da nova campanha com a atriz Luisa Moraes, para a nova linha Detox Capilar, na esteira da suposta evidência da moça no cinema. Explica-se: ela é bola da vez porque está em cartaz na Inglaterra com o filmeZoom”, que tem no elenco Gael Garcia Bernal, Mariana Ximenes e Claudia Ohana, além de Jason Priestley, o bonitinho que fazia sucesso nos anos 1990 como o Brandon de Barrados no Baile. E mais: a bonita tem sido vista desde o meio do ano com Orlando Bloom que, dizem, anda caído de amores por ela. Luisa veio ao Brasil num pé e voltou no outro em função da rotina corrida, pois se divide entre Los Angeles, por conta do trabalho, e São Paulo, onde mora sua família.

A moça revelou, durante as gravações da campanha, alguns dos seus truques de beleza, devidamente amparada pelos publicistas que cuidam da imagem do produto para o qual emprestou sua belezura, é claro. Ela conta: “Com a correria, tenho que ter cuidados redobrados com alimentação e beleza. Procuro seguir um estilo de vida mais detox; então compro apenas alimentos orgânicos, evito glúten, leite e derivados, procurando sempre usar produtos de beleza que contenham ingredientes mais naturais e menos química possível. No cabelo, por exemplo, uso diariamente shampoo e condicionador à base de chá verde e gengibre, livres de parabenos e corantes.”

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Como num set: em cartaz na Inglaterra com “Zoom”, Luisa Moraes é a mais nova aquisição da indústria cosmética brasileira (Foto: Felipe Panfili / Divulgação)

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Luisa Moraes oferece sua morenice à TRESemmé (Foto: Felipe Panfili / Divulgação)

A morena, que começou a carreira como modelo e estreou nas telinhas brasileiras em “Belíssima” (de Silvio de Abreu, TV Globo, 2006), também atuou na trama de Manoel Carlos“Em Família”. A brasileira, que se mudou para Los Angeles ainda criança, é uma aposta no cinema internacional e já foi elogiada por veículos americanos.

Falado em inglês, com alguns trechos em português, Zoom” é filme tanto para brasileiro quanto gringo ver. Apesar do diretor brazuca, é produção com verve internacional. “Ele não fala sobre o Brasil”, afirma o cineasta estreante Pedro Morelli, que esteve cinco anos envolvido no projeto e, anteriormente, andou à frente da série “Contos do Edgar”, que adaptava textos de Edgar Allan Poe para o cotidiano brasileiro.

cinema nacional com levada pop e beijo midiático: diretor Pedro Morelli aposta na química entre Claudia Ohana (esquerda) e Mariana Ximenes (direita) (Foto: Divulgação)

Cinema nacional com levada pop e beijo midiático: diretor Pedro Morelli aposta na química entre Claudia Ohana (esquerda) e Mariana Ximenes (direita) (Foto: Divulgação)

A sinopse informa: “Uma quadrinista ama (e escreve sobre) um diretor de cinema, que dirige um filme sobre uma modelo brasileira, que nas horas vagas escreve um livro sobre uma quadrinista que escreve.” Hum… Entre um antigo poema de Drummond e um triângulo digno de Escher (aquele das imagens cheias de ilusões de ótica),  o longa-metragem aposta em pegada pop rara hoje em dia na cinedramaturgia nacional, tão impregada pela estética da violência e da codificação da miséria, fruto do sucesso de longas como Central do Brasil (1998), Cidade de Deus (2002) e Carandiru (2003).

Com um plus: o filme andou fazendo barulho antes mesmo de estrear no Festival de Toronto, em setembro, por conta de uma cena de beijo entre Claudia Ohana e Mariana Ximenes. É a própria Ohana, em papo com o ÁS durante um recente evento de moda, que confessa: “Posei para uma das mais comentadas capas da Playboy brasileira da história e olha que é esse beijo na boca que vai dar polêmica.” Alguém duvida de que será blockbuster?

Claudia Ohana posa no desfile de Mabel Magalhães no recente Minas Trend: "Nunca tinha beijado mulher na boca" (Foto: Alberto Wu)

Claudia Ohana exala belezura no desfile de Mabel Magalhães, em recente evento de moda: “Nunca tinha beijado mulher na boca”, revela a atriz ao Ás na Manga (Foto: Alberto Wu)

* Nascido na cidade imperial de Petrópolis, o pianista amador ganhou o mundo ainda adolescente quando fez intercâmbio nos Estados Unidos. Nessa época sua terceira visão despertou e o moço se entregou ao budismo tibetano. Pura estratégia para dominar a vaidade interior. Estudou comissaria de bordo, mas preferiu o jornalismo e, hoje, entre retiros espirituais com rinpoches, encontros com lamas e entrevistas espevitadas, o sagitariano usa sua vocação para o tietismo como contraponto à eterna busca do santo nirvana.

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