A cabeça de Raphael Jacques é como um tsunami prestes a varrer o planeta-noite. Artista visual, performer, integrante do Drag-se e criador de Alma Negrot – alterego que autodesigna como uma ciborgue voodoooqueen, do tipo que incendeia badalos – o rapaz estudou arte na UFRGS, mas caiu no mundo, ficando hoje entre Rio e SP. Quando dá expediente na Cidade Maravilha, parece um alien cibernético pronto a consumir a energia telúrica da urbe. Para ele, a performance engloba atitude política transformadora: “Sou conta a binariedade de gênero”, afirma.

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