* Por Lucas Montedonio

Não é de hoje que as grifes de roupas enveredam por linhas de homewear e até por objetos em geral. Vide as fast fashions como a Zara , em desmembramentos como a Zara Home, ou cadeias que primam pelo lifestyle tipo a norte-americana Urban Outfiters. Detentora-mór do estilão “urbanoide-calçadão praiano-etno-pop”, a Farm, além de estampar roupas e acessórios, agora sai do armário com a linha ‘Quero 20 anos’, que celebra suas duas décadas de bons serviços prestados à moda nacional com coleção de casa que traz edredom dupla face, tapetes, fronhas e papéis de parede. Tudo deslumbrante, como seria de se esperar do que sai da cabeça de Kátia Barros e equipe.

Colcha tucano – Linha ‘Quero 20 anos’ (Foto: Divulgação)

Queridinha das cariocas e turistas dos mais diversos, a brand apenas amplia sua imagem de referência em lifestyle, abrindo o leque de produtos para deixar quarto e sala mais coloridões.

São seis estampas pensadas também para os meninos, que vão da esperada étnica em azul & branco com azulejos aos abacaxis, passando por cores neutras (ops, neutros na Farm? Sei, meu bem….) e prints como tucanitos e chitas bacanas. Tudo para embalar os sonhos de solteiros e casais num clima mais, digamos, selvagem. Mas, não é preciso só pensar em volúpia não, amore, pode acalmar também, se quiser: os floraizinhos delicados e borboletas são uma boa pedida para a turma mais romântica. Bora?

Linha ‘Quero 20 anos’ (Foto: Divulgação)

Linha ‘Quero 20 anos’ (Foto: Divulgação)

Linha ‘Quero 20 anos’ (Foto: Divulgação)

Linha ‘Quero 20 anos’ (Foto: Divulgação)

www.farmrio.com.br

* Nascido na cidade imperial de Petrópolis, o pianista amador ganhou o mundo ainda adolescente quando fez intercâmbio nos Estados Unidos. Nessa época sua terceira visão despertou e o moço se entregou ao budismo tibetano. Pura estratégia para dominar a vaidade interior. Estudou comissaria de bordo, mas preferiu o jornalismo e, hoje, entre retiros espirituais com rinpoches, encontros com lamas e entrevistas espevitadas, o sagitariano usa sua vocação para o tietismo como contraponto à eterna busca do santo nirvana.

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